Covid-19: Brasil registra 313 mortes e mais de 12 mil casos


O Brasil registrou 313 mortes por Covid e 12.453 casos da doença, nesta segunda-feira (30). Com isso, o país chegou a 579.643 óbitos e a 20.751.108 pessoas infectadas desde o início da pandemia. 

A média móvel de mortes é de 671 por dia, 20% menor que duas semanas atrás. Acre, Piauí e Ceará não registraram óbitos nas últimas 24 horas. 

Mesmo com números inferiores aos elevados dados anteriores, o momento merece atenção e cuidado. O país já tem circulação comunitária da mais transmissível variante delta, que vem causando aumentos expressivos de casos em outros países. A delta também já parece causar problemas no Rio de Janeiro, que vê aumentos de casos e internações. 

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais. 

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 25 estados e no Distrito Federal. 

O Brasil registrou 1.707.984 doses de vacinas contra Covid-19, nesta segunda. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 905.115 primeiras doses e 806.370 segundas.

 Ao todo, 130.019.681 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil —57.056.839 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

 Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 61.166.920 pessoas com esquema vacinal completo no país.

 Com os dados atualizados e considerando toda a população brasileira, 60,95% dela já recebeu ao menos uma dose. A fatia com o esquema vacinal completo é de 28,67%, novamente, de toda a população.

 Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas. 

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.